Daniele Fátima
BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, Mulher, de 26 a 35 anos, Portuguese, Italian, Música, Esportes
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Parabéns!

A todas as bruxinhas do bem, como eu!

E amanhã é aniversário de um dos culpados pela minha existência: paiê, te amo!



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Crash

Sábado de garoa em São Paulo e eu com preguiça (veja post abaixo  ). O que fazer? Cinema, é claro!

 

Cena 1: paramos no farol e o camelô vendendo Suflair. Eu cismo que quero um (sou chocólatra, fazer o quê?) e pergunto o preço:

– É três por dez!

– O quêêêêêêêêêêê???  (será que era um assalto?) E um só, quanto custa?

– Três real!

– O quêêêêêêêêêêê???  Três reais num Suflair?

– Na padaria é R$ 3,50, moça.

-------- agradeço e começo a fechar o vidro, com R$ 2 na mão, o preço máximo que eu pago num Suflair --------

– Tá bom moça... Dois reaizinhos.

 

Cena 2: estamos na fila do caixa eletrônico e o segurança do shopping começa a nos encarar. Será que temos cara de assaltantes? Aí ele começa a apontar pro lado de fora e mediante à nossa cara de interrogação, diz:

– Vocês não querem um caixa do ***** (me recuso a fazer propaganda do meu banco ladrão)?

– Sim... (ainda com cara de interrogação)

Ele volta a apontar sem dizer nada. Só vemos caixas de dois outros bancos e continuamos com cara de interrogação. Então ele grita:

– Lá fora! Lá fora! Tem dois caixas lá! Ou você prefere ficar na fila?

Cena 3: uma fila enooooooooooooooorme pra comprar ingresso e o funcionário do cinema diz:

– Vocês vão ficar nessa fila? (novamente, cara de interrogação... por quê eu não ficaria naquela fila?)

– Sim... por quê?

– Porque esse caixa vai fechar...

-------- cara de interrogação --------- (tudo bem, o caixa vai fechar mas posso comprar meu ingresso antes?)

– Eeeee? Eu não posso ficar aqui?

– Pode sim, só estou te avisando que o caixa vai fechar.

-------- cara de interrogação ---------

 

Ah sim... era pra eu falar do filme, né? A Denise já fez isso muito melhor do que eu poderia fazer. Concordo plenamente com tudo o que ela disse e completo dizendo que é um filme imperdível pra quem vive numa cidade como São Paulo ou em qualquer outra metrópole. A história se passa em Los Angeles, mas poderia ser aqui.

 

Stereophonics - Maybe Tomorrow (da trilha sonora de Crash)

 


Falando em cinema, no dia 4 de novembro, estréia Tudo acontece em Elizabethtown. Já vi o trailer algumas vezes e parece ser bem legal. Ainda por cima tem essa coisinha mais bonitinha como protagonista...

 

 



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Ócio criativo?

 

Grande Otelo como Macunaíma, anti-herói brasileiro cujo lema era: "ai, que preguiça!".

Eu fui uma criança hiperativa. Naquela época não se usava esse nome: era criança encapetada mesmo. Eu não dormia direito, era chorona (e sou até hoje), não parava quieta, enfim, hiperativa. Minha mãe, achando que eu era doida, opinião que ela mantém até hoje, me levou ao neurologista. Eu fiz alguns exames e ele disse que eu era normal!  Aí minha mãe me colocou na escola; eu tinha dois anos e meio.

Depois de quase 22 anos, não sei se ainda posso me definir como hiperativa já que ultimamente estou bem devagar. O excesso de movimento que eu fazia quando era pequena, virou um excesso intelectual: eu simplesmente não consigo parar de pensar. Tanto é que às vezes gaguejo um pouco porque penso mais rápido do que consigo falar. Criar o blog foi uma maneira de "escoar" um pouco desse excesso de pensamentos mas tenho uma enooooooooorme dificuldade pra organizar minhas idéias.

Aí, vem a Corporação e me proibe de escrever.  Esse não era pra ser mais um post de revolta contra a Corporação mas, pra variar, eu me perdi em meus pensamentos. Eu queria falar sobre essa minha hiperatividade, sobre o ócio e sobre o cansaço. Está saindo isso, vamos ver onde chego.

Hoje eu fui trabalhar no mesmo horário de sempre, ou seja, atrasada, já sabendo que eu não teria nada, ou muito pouco, pra fazer. Por causa do "sistema", tive que bater o cartão e me sentar lá, olhando pro monitor e esperando as horas passarem. Como eu não tinha o que fazer, só me restava pensar. E sabe como é, aquele velho ditado da cadeia se faz verdadeiro nesses momentos: "mente vazia, oficina do diabo". O "coisa ruim" se associou ao Osho e ficou me dando uns conselhos malucos mas enfim, abafemos o caso... está tudo bem. O fato é que foi um saco agüentar esse dia de ócio nada criativo, nada produtivo. Oito horas lá sentada, sem poder postar, sem poder ler e agora, sem poder ouvir música com o software que eu usava – o ótimo iTunes – porque a Corporação resolveu proibir isso também.

Mas, pelo menos, o dia insuportável de ócio teve algum resultado positivo: cheguei em casa e fui refazer minha matrícula na academia (eu parei a natação quando começou a "nevar"), limpei a parte do meu armário que estava mais caótica e acabei achando umas lembranças muito fofas de alguns momentos felizes que, bobagens como a mágoa, tinham deixado pra trás.

Eu sei que "gaguejei" nesse texto mas espero que vocês tenham entendido a idéia principal: ócio e criatividade são dois conceitos que, ao menos pra mim, não combinam.



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Eu quero... (Parte II)

... postar durante o dia!!! Essa Corporação só me f***!



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Eu quero...

... um Justin Quayle só pra mim (e olha que esse não é exatamente meu target, kkkkkkkkkk).

Não viu Jardineiro Fiel ainda? Ei, o que você está esperando?

Cássia Eller - Todo Amor Que Houver Nessa Vida



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Terremoto, show e referendo

Cá estou eu depois de um fim-de-semana cheio de emoções. Vocês ouviram falar do terremoto que teve aqui em São Paulo? Pois é, meu bairro foi um dos atingidos (só assim pra gente aparecer no noticiário! kkkkkk). Mas não participei desse momento "histórico". E por quê?

Porque eu estava no Tim Festival, é claro!  Pra quem me pediu fotos, eu sinto decepcioná-los mas fiquei com medo da algomeração e não levei minha câmera. Mas foi muuuuuuuuuuuuuuuuuito bom. Quer dizer, vou explicar melhor: cheguei no fim do show do Mundo Livre S/A e gostei do pouco que ouvi do som deles. Depois veio a maluquete da M.I.A. Os críticos de música disseram que o show dela não empolgou mas não foi isso que eu vi não: até a tribinho indie(ota) tava dançando ao som do batidão do Sri Lanka. E eu achei que foi o segundo show mais divertido da noite (perde pros Strokes, é claro).

Depois vieram os chatésimos do Arcade Fire – não por acaso, o álbum de estréia deles se chama Funeral. Todo mundo tá falando bem dessa banda e das apresentações deles aqui no Brasil. Eu só digo uma coisa: chato, chato de doer. Principalmente pra quem foi pra ver os Strokes. Em seguida veio o Kings of Leon, uma bandinha de irmãos texanos. O som até que é bacana mas o vocalista tem uma voz muito da enjoativa. Eu conheci essa banda em 2003: acreditei nos críticos e comprei o CD deles mas gostei tanto que só ouvi umas 3 vezes (tô vendendo o CD... quem quiser, tá novinho).

Por volta da meia-noite eu já havia sido informada do terremoto: minha mãe me ligou preocupada pra saber se tínhamos sentido a terra tremer lá também... Não mãe, a terra iria tremer logo em seguida, quando eles entraram:

Não tenho nem o que falar: eu esperava esse show há 4 anos e foi muito, muito bom (tirando que o som tava meio baixo e eu queria ter voltado pra casa com o ouvido zunindo ). E o fofo do Fabrizio ainda falou no final: "um abraço para meus irmãos brasileiros".

Ah, eu ia falar do referendo mas nem vou perder meu tempo. Todo mundo já sabe o que eu penso. Só reforço que lamento profundamente que o resultado tenha sido esse.

Vou voltar à música e deixar uma questão pra vocês: se você pudesse ressuscitar um só artista pra fazer um show, que artista você escolheria? Eu, obviamente, gostaria de ter visto um show dos Beatles mas como eu teria que ressuscitar três (o John, o George e o Paul, que morreu faz tempo), eu escolheria o Bob Marley, sem pestanejar. O show desse cara devia ser tudo de bom, né?



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O que importa...

... é que amanhã tem show dos Strokes. O resto é resto.

 

The Strokes - Juicebox



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Novidade no blog

Agora, graças à Bru, eu tenho o sistema de comentários Haloscan no meu blog. É o fim do irritante varal de letrinhas do UOL (quem gostar de decifrar aquelas letrinhas, pode continuar comentando no UOL )

Valeu Bru!



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Agora sim!

Lembram que eu tinha tentado ficar ruiva mês passado? Agora deu certo



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Cala a boca já morreu!

Então... Eu quis fechar o blog várias vezes, fiz algumas greves de silêncio, surtei com persistentes visitas indesejadas – e mais ainda com as altamente desejadas e quase proibidas –, movida pela emoção escrevi coisas que eu não deveria ter escrito; fiquei quieta de novo pra tentar, sem sucesso, deixar pra trás sentimentos tão fortes quanto incômodos e finalmente fechei o blog.

Quando eu resolvo voltar e começo a me acostumar com a nova "linha editorial" que resolvi adotar, alguém vem e entope a minha válvula de escape. E esse alguém é a Corporação. Em nome do capitalismo selvagem, a Corporação, que se diz tão moderna, se rende ao sistema e proíbe que seus "colaboradores" exercitem a criatividade. Afinal, é muito mais conveniente ter robôs 100% plugados em sua tarefa do que chatos "pensadores". Criatividade? Bobagem.

Desde já, perdoem a minha falta de educação mas já que serei forçada, a partir de hoje, a calar a boca e fazer minha obrigação, preciso dizer isso agora: FODAM-SE SEUS BABACAS! E obrigada por tornar a minha vida um pouquinho mais infeliz. Como se vocês já não colaborassem o suficiente para a minha (in)sanidade mental...


APIDEITI: Ainda é muito cedo pra afirmar, mas parece que a Corporação mudou de idéia. Será que eles leram meu texto? De qualquer forma, F****-SE (hoje estou mais calma ) assim mesmo...


UPDATE DO APIDEITI: Bloquearam de novo! Que saco!



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You may say I'm a dreamer, but I'm not the only one...

Nesses tempos malucos, em que é brega, errado, sinal de ignorância e de inocência ser "da paz", vou colocar aqui uns adesivos bacanas desse site que eu vi no blog do Cláudio.

O melhor de todos não faz sentido em português, por isso não o traduzirei (traduções livres, aceito correções):


 

Por quê matamos pessoas que matam pessoas para mostrar que matar pessoas é errado?


Numa época de mentira generalizada, dizer a verdade é um ato revolucionário.


Se você não está indignado, você não está prestando atenção.


Apoie nossas tropas. Traga-as de volta pra casa agora.


Fique na escola, aprenda o sistema depois mude-o.


Salve os humanos.

Valeu Dona Baleia, estamos mesmo precisando!

ADENDO: Não tenho a menor obrigação de ficar defendendo a minha opinião mas mesmo assim recomendo a todos a leitura desse artigo do Hélio Schwartsman na Folha. Finalmente consegui achar, em meio a toda essa insanidade, um texto de uma pessoa sensata para expressar exatamente o que sinto. Quem não conseguir ler, pode baixar o texto aqui



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Vote NÃO e lembre-se: um desses poderia ser teu filho

Estudante morre após ser baleado dentro de escola em São Paulo
da Folha Online

Um estudante de 15 anos morreu após ser baleado dentro da escola estadual Professora Marilena Piumbato Chaparro, em Pirituba (zona norte de São Paulo), na manhã desta segunda-feira. O tiro teria sido disparado acidentalmente, segundo a Polícia Civil.

O tiro foi disparado pela arma que um adolescente havia levado para mostrar aos amigos, segundo a Secretaria de Estado da Educação. O disparo ocorreu dentro da sala de aula da oitava série, onde os dois estudavam.

Informações preliminares apontam que a arma disparou antes de ser retirada da mochila do estudante, e o tiro atingiu a vítima nas costas.

O estudante foi levado pela Polícia Militar ao hospital Pirituba, mas não resistiu ao ferimento. De acordo com a polícia, dois revólveres calibre 38 foram apreendidos. Um deles tinha o número de identificação raspado.

De acordo com a secretaria, foi o primeiro caso deste tipo na escola.

Outro caso

No último dia 29, um garoto de 14 anos foi ferido com um tiro na cabeça em uma escola estadual localizada em Parelheiros, zona sul de São Paulo, mas acabou tendo morte cerebral quatro dias depois.

Segundo a polícia, o tiro também foi acidental.


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Dois filmes, um continente e uma promessa de Ano Novo

Vou tentar escrever sobre os dois últimos filmes que me provocaram taquicardia (o que é um bom sinal, que fique claro): Hotel Ruanda, que eu vi há alguns dias e O Jardineiro Fiel, que eu vi hoje. Os dois filmes são completamente diferentes, exceto por um detalhe: a África.

"Hotel Ruanda" é quase um documentário sobre o genocídio que vitimou milhões de ruandenses em 1994. Don Cheadle interpreta Paul Rusesabagina, gerente de um hotel de luxo em Kigali, capital do país, que salva mais de 1200 pessoas do massacre.

"O Jardineiro Fiel" é a história de um diplomata inglês que investiga a morte de sua mulher, uma ativista que lutava contra testes feitos por indústrias farmacêuticas européias na África.

As histórias são bem diferentes mas os dois filmes mostram claramente o desprezo que o Ocidente tem pela África. Na história real de "Hotel Ruanda", uma cena mostra o representante da ONU dizendo a Paul que os EUA e a Europa não mandariam tropas para conter os rebeldes hutus. Isso aconteceu de verdade. E eles não mandaram ajuda simplesmente porque em Ruanda não havia nenhuma riqueza que eles pudessem explorar em troca da "ajuda". Lá não tem petróleo.

"O Jardineiro Fiel" é uma obra de ficção. Será? O filme mostra quenianos miseráveis sendo usados como cobaias de uma droga contra a tuberculose. O problema é que a fórmula não estava totalmente desenvolvida, provocando efeitos colaterais desconhecidos. Pra não gastar milhões de dólares com novos testes, eles foram testar em quem não fazia a menor diferença.

Saber que tudo isso acontece na África, no Brasil e em tantos outros lugares que não significam nada pra quem tem o poder, me dá taquicardia. E eu espero que eu consiga transformar palpitação em ação. Me dedicar a alguma causa mais nobre do que criar a capa de um livro é a promessa de Ano Novo que eu espero cumprir. Para o bem de alguém e para meu próprio bem.



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Elixir

Estou ouvindo a melhor banda que já existiu no Universo:

Capas da série Anthology (que é o que estou ouvindo agora), por Klaus Voormann

Incrível como meu humor melhorou!



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O novo Bond

Essas eram algumas das opções...

... e esse, o escolhido:

Écati!  



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Eu voltei. Agora pra ficar?

É, eu voltei... É, eu não tenho personalidade. É, eu tenho ciclos sim, mudo de idéia sim!

Mas algumas coisas não mudaram: meus sentimentos, minhas angústias e, principalmente, as coisas que me fizeram fechar o blog.

Só que eu gosto de escrever e senti falta de falar aqui das músicas que ouço, dos livros que leio, dos filmes que vejo, enfim, da minha visão do mundo. E essa vai ser a "linha editorial" do blog daqui pra frente: não espero mais que me dêem alguma verdade, me contento com as minhas próprias.

Sei que é impossível dissociar minhas emoções do que eu escrevo mas desisti de colocar minha alma pra fora aqui. Continuo fazendo isso porque eu simplesmente preciso, mas faço em outro lugar, num lugar onde eu me sinto protegida.

Por fim, agradeço àqueles que se importam de verdade comigo e que me aceitam assim, exatamente como eu sou.

Bem, por enquanto é isso... Se eu me sentir incomodada de novo, caio fora de novo, não tenham dúvidas.

Raul Seixas - Metamorfose Ambulante



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Doutores de Almas

Não vou nem ficar falando muito: assistam Doutores da Alegria - O Filme

Saiba mais sobre esse lindo projeto aqui.



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Eu tenho uma música

Injustiça! Quem é Michelle ou Julia, tem música dos Beatles; Beatriz, música do Chico; Luíza, do Tom Jobim; Layla, do Eric Clapton... Eu, Daniele, tenho essa, do Bonde do Vinho, que eu resumi porque, definitivamente, ninguém merece (muito menos eu)!  

Daniele
Quem não conhece
Daniele

Agora sua danada
Mostra o que tu gosta
Empina a sua bundinha
E pra mim dança de costa
de costa, de costa

Agora Daniele
Vou mostrar o que eu faço
Rebola até o chão
E se joga nos meus braços
se joga, se joga, se joga nos meus braços
se joga, se joga, se joga nos meus braços...



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Porque eu voto SIM

No próximo dia 23 acontece o referendo sobre a proibição da venda de armas de fogo e munição no Brasil. É incrível mas tem muito brasileiro reclamando porque vai ser obrigado a votar... (tsc, tsc, tsc) Eu fico feliz da vida por finalmente poder escolher alguma coisa no meu país; seria lindo se fôssemos consultados sempre.

Eu voto SIM e tenho um motivo pessoal para essa escolha: em março de 2003, dois homens armados invadiram a minha casa. Só eu e meu pai estávamos em casa e só quem teve uma arma na cabeça pode imaginar o pânico que passamos. O pior é que estávamos sendo assaltados por engano: meu vizinho tinha dois carros de lotação e esses bandidos sabiam que ele tinha o dinheiro das passagens em casa. Meu pai dizia a eles que era um engano, que ele não era a pessoa que eles estavam procurando mas eles estavam muito nervosos e ameaçavam atirar caso meu pai não entregasse o dinheiro. Então eles nos fizeram deitar com a cabeça virada pra baixo (nesse momento você imagina de tudo) e pegaram a carteira do meu pai, que estava no bolso da calça. Eles viram no RG que meu pai não era mesmo a pessoa que eles procuravam, pegaram o dinheiro e nos trancaram no banheiro, dizendo que, se avisássemos alguém, eles voltavam pra nos matar. Foram 15 minutos de terror, os 15 minutos mais longos da minha vida. Eu já não gostava de armas, depois disso eu as abomino.

Ninguém precisa ter uma arma. Quem compra uma arma, pensa em usá-la algum dia. E esse uso sempre terá alguma consequência drástica. Não tenho dúvidas que, se meu pai estivesse armado, teríamos morrido. Porque o bandido fica mais nervoso que você e uma pessoa com uma arma na mão não pensa duas vezes antes de usá-la.

Por isso eu voto SIM. Eu digo SIM à vida.

Quem ainda estiver em dúvida, pode acessar o site www.referendosim.com.br pra saber porque ter uma arma não é um bom negócio.

Veja aqui os outros blogs que participam da blogagem coletiva, uma iniciativa do Nós Na Rede.

Beatles - Happiness Is A Warm Gun



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Post-Extra

Na próxima segunda-feira, 10/10, participarei do Nós na Rede. O tema desta vez é o referendo sobre a proibição da venda de armas de fogo e munição no Brasil. Acho que esse é um bom motivo para eu sair do silêncio (ao menos um pouquinho). Até lá.



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