Daniele Fátima
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Don't cry for me...

Fui pra capital do Brazil.

Mooooorram de saudade!  Besos!



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Dicas de cinema

Cinema é uma boa pedida para os dias nublados, então vou deixar duas dicas pra vocês caso o tempo continue ruim (claro que as dicas valem também em caso de tempo bom mas, nesse caso, deixe pra ir durante a semana mesmo):

Flores Partidas

Bill Murray repetindo o papel melancólico de Encontros e Desencontros e, sendo uma "repetição", ele está novamente ótimo. Recomendo pra quem gostou do filme da Sofia Coppola e pra quem gosta do estilo "dramédia". Flores Partidas é um road movie e como todo filme desse estilo, a trilha sonora desempenha um papel importante. Gostei muito do jazz etíope (sei lá se aquilo pode ser definido como jazz, tô chutando) que o personagem Winston, melhor amigo de Don (Murray), grava em um CD para ser ouvido durante a "expedição" em busca de suas ex-namoradas.

E, falando em "dramédia", minha segunda dica:

Uma Vida Iluminada

 

Pra mim o filme valeria a pena só por essa cena, já que eu amo girassóis. Quando eu vi o Elijah Wood com um óculos fundo-de-garrafa no cartaz do filme, pensei que se tratasse de alguma comédia adolescente bobinha. Aí ouvi o Sérgio Rizzo dizendo que o filme era bom e resolvi conferir essa história de um jovem colecionador judeu que vai até a Ucrânia em busca da mulher que ajudou seu avô a fugir para os Estados Unidos durante a Segunda Guerra. Lá ele é guiado por Alex, um ucraniano que ama hip-hop e fala um inglês macarrônico; seu avô "cego" e a neurótica "cadela-guia" Sammy Davis Jr. Jr. Esse filme foi baseado no livro Tudo se Ilumina, de Jonathan Safran Foer, best-seller nos Estados Unidos. A trilha sonora também é fantástica, com bandas de rock e pop ucranianas.

Essas são as minhas dicas. Se alguém for assistir, gostaria que me contasse o que achou. Bom fim-de-semana a todos!



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O "negro" do mundo

O dia 25 de novembro é, desde 1999, reconhecido pela ONU como o Dia Internacional pela Eliminação da Violência Contra a Mulher. Para marcar a data, a Denise, do Síndrome de Estocolmo, sugeriu mais essa blogagem coletiva.

Os dados são assustadores: uma em cada três mulheres no mundo sofre ou já sofreu violência doméstica. Segundo as Nações Unidas, violência contra a mulher é qualquer ato de violência baseado na diferença de gênero, que resulte em sofrimentos e danos físicos, sexuais e psicológicos da mulher; inclusive ameças de tais atos, coerção e privação da liberdade seja na vida pública ou privada. E esses atos são tão freqüentes que muita gente ainda os encara como se fossem apenas mais um “hábito” de nossa sociedade. E não estou falando só de violência física, não. Todo mundo sabe que as mulheres ganham menos do que os homens, por exemplo, e isso é sim um tipo de violência. Outro dia, um cantor que virou apresentador de TV aqui no Brasil, ao se referir a uma de suas entrevistadas, disse a seguinte pérola: “essa é Fulana de Tal, economista, que nem precisaria saber nada sobre economia...”, como se o único valor da moça fosse ter tido a sorte de nascer bonita.

Quem acha que as palavras não machucam não pensa que a discriminação nada mais é do que a ponta do iceberg da violência física. São esses preconceitos que fazem um marido alcoólatra agredir sua esposa por achar que ela tem a obrigação de servi-lo, um chefe assediar uma funcionária, um pai, ou outro parente, abusar sexualmente de uma menina.

Triste é saber que muito pouco é feito para frear essa situação. Já ouvi relatos de mulheres que depois de serem agredidas, foram à delegacia e viraram motivo de chacota dos policiais. Delegacia da Mulher? Na cidade de São Paulo só existem nove unidades.

Muitas mulheres têm medo de denunciar seus agressores por temerem represálias de homens de quem elas geralmente dependem financeiramente. Acredito que somente com muita informação, apoio material e psicológico às vítimas, poderá minimizar essa situação.

Essa blogagem coletiva é a nossa maneira de incentivar a discussão do assunto, informar e propor soluções. Veja aqui a lista dos outros blogs participantes. Visite-os, comente, escreva um post você também.

 

Para saber mais, consulte os links:

Rede Feminista de Saúde – Dossiê Violência Contra a Mulher

Instituto Patrícia Galvão

 

P.S.: Preciso confirmar porque escutei só o final da reportagem, mas parece que foi criado um telefone (180) para atender as vítimas de violência doméstica. Boa iniciativa! (UPDATE: confirmado, o número é 180. Divulguem!)

 

* O título desse post foi inspirado pela canção “Woman is the nigger of the world”, escrita por John Lennon em 1972. Eu queria ter colocado a tradução da música aqui mas o UOL disse que eu excedi a quantidade de caracteres Disponibilizei aqui a música na brilhante interpretação de Cássia Eller (clique com o botão direito do mouse e escolha a opção “Salvar destino como...”) e a tradução aqui.



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Parabéns Fla!

Hoje é o aniversário de uma moça muito especial...

... a Fla!!!

Não sou boa nesse tipo de mensagem mas o "básico" que vou escrever aqui é de coração. Te desejo muita saúde (vai dar tudo certo, fique tranqüila), amor (e aqui lembramos do Chico, é claro...) e sucesso! Parabéns!!!



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Mundo cão - A seqüência

Hoje foi a vez de Manderlay. Talvez por eu ter visto Dogville recentemente, não senti o mesmo estranhamento. É claro que, assim como o primeiro filme da série, esse precisa ser digerido. A única conclusão a que eu consegui chegar até agora é que a mensagem dos filmes é: "seja alienado e cuide apenas da tua vida, senão você certamente vai se dar mal".

Agora é só aguardar Washington, que fecha a trilogia.



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O primeiro strike a gente nunca esquece

Pra quem nunca tinha jogado boliche, até que eu me saí bem.

E amanhã é domingo de novo!!! Que delícia!



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Mundo cão

Aproveitei o feriado prolongado – que pra mim começou só hoje – para colocar em prática meu lado cinéfilo. Dos três filmes que eu aluguei, Dogville é o único que merece um post. Os outros dois, Ladrão de Diamantes e Eterno Amor, foram, cada um a sua maneira, divertidos. E só. Já o filme de Lars von Trier, não tem a intenção de ser só entretenimento e isso me causou um estranhamento que quase me fez desistir de assisti-lo.

Eu quis ter visto esse filme no cinema mas acabei deixando passar. Agora, com a estréia de Manderlay, o segundo filme da trilogia do diretor dinamarquês sobre os EUA, resolvi vê-lo.

Não pretendo resenhar nem criticar o filme pois isso já foi feito por pessoas mais gabaritadas do que eu. Também não acho que consigo fazer uma reflexão sobre o significado do filme agora, que acabei de vê-lo. Dogville é o tipo de filme que precisa ser digerido. Seria muito simplório eu dizer aqui que se trata apenas de uma crítica à sociedade americana. Sendo assim, a única finalidade desse post é recomendar esse filme a todos os que não o viram ainda – lembrando que é necessária uma boa dose de imaginação e nenhum preconceito, já que o filme todo se passa em um palco, com a delimitação das casas e ruas desenhadas a giz no chão – e convidar os que já viram a dar a sua opinião.


O mais legal é que hoje é domingo, amanhã também e depois de amanhã também!



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A imagem da semana

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk!!!!!

Isso não é uma montagem! Leia a notícia aqui.


Bom descanso para os sortudos que vão viajar, bom feriado a todos. Eu vou trabalhar amanhã...



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Resumindo

O filme é meia-boca, a atuação dele também mas, ainda assim, eu quero um Orlando Bloom pra mim...

 

Pena que os homens de olhos pequenos não sejam confiáveis...



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Who can see it...

Não é fácil mudar de tema. Ando meio sem criatividade por essas bandas e desperdiço minhas melhores idéias no período em que não posso escrever aqui. Se alguém tiver uma sugestão de "pauta", eu agradeço...  (brincadeira... todos sabemos que o blog é pessoal e que as idéias têm que surgir naturalmente). Por enquanto, desejo um ótimo fim-de-semana a todos e deixo essa linda música do George Harrison como a mais profunda expressão dos meus sentimentos:

Who Can See It - George Harrison

I've been held up,
I've been run down
I can see quite clearly now
through those past years,
when I played towing the line.
I only ask, that what I feel,
should not be denied me now,
As it's been earned, and
I have seen my life belongs to me
My love belongs to who can see it

I've lived in fear,
I've been out there,
I've been 'round and
seen my share
of this sad world
And all the hate,
that it's stirred
I only ask,
that what I know,
should not be denied me now
As it's been learned,
And I have seen my life belongs to me
My love belongs to who can see it

I only ask, that what I feel,
should not be denied me now
As it's been earned, and
I have seen my life belongs to me

My love belongs to who can see it.

My love belongs to who . . .

Hoje eu adoro essa música mas nem sempre foi assim: quando eu comprei o Living In the Material World, eu a detestava. Achava chata, deprê, paradona demais. Ainda bem que a gente evolui nessa vida e percebe que a beleza óbvia é a coisa mais sem-graça que existe e que ser facilmente conquistada não tem tanta graça assim...

Uma fotinho do George em homenagem à Karen, minha amiga harrisonmaníaca.   



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Aplausos

Sim, a Coca-Cola é o líquido negro do capitalismo etc, etc, etc... Mesmo assim – e talvez justamente por isso – quase todo mundo toma. Eu já fui viciada mas me curei desse mal. Aleluia!  Sim, a Coca Light é horrível, tem gosto de remédio e eu simplesmente detesto. Pra mim, Coca Light é coisa de modelo que quer fingir que está se alimentando. Que me perdoe quem gosta, mas Coca Light é que nem cigarro light: morte lenta.

Mas esse post não é pra falar da maléfica bebida e sim do meio que usam para nos convencer de que ela não faz tanto mal assim: a propaganda, é claro. E a nova campanha da Coca Light é bem legal.

O texto, otimista como sempre, é esse daqui:

"Um forte aplauso para quem não apenas paga a academia mas também vai!!!
E para aquele que vai embora do trabalho antes do chefe, sem culpa.
Vamos aplaudir ... aquela que, em vez de ficar esperando ele ligar, liga e convida pra sair.
E para quem não finge diante de um quadro: 'sim, claro, entendi'. É apenas um quadrado preto!!!
Um aplauso para aquele que decidiu largar tudo e abrir um bar na praia.
Agora um aplauso, o maior dos aplausos... a todos os que experimentam o novo!!!"

Detalhe: essa campanha foi criada por uma agência argentina. Merecidos aplausos para nossos hermanos (clique aqui para ver o video original)!  



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America

Cuidado! O mais perigoso terrorista do mundo está vindo para a terra brasilis!



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