Daniele Fátima
BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, Mulher, de 26 a 35 anos, Portuguese, Italian, Música, Esportes
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Esquentando os tamborins

Consegui uma pausa nessa semana louca (é, porque cumprir alguns itens da lista do post abaixo requer uma boa dose de correria) pra dizer que esse blog voltará à programação normal só depois do Carnaval.

Sexta-feira parto para alguns merecidos dias de descanso (se é que eu vou descansar ).

Bom Carnaval a todos! Juízo, hein?



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Tchibum!

O ano mal começou, mas eu já resolvi tantas pendências, tomei tantas decisões positivas que não tem como eu não ficar animada. Em apenas um mês e meio eu já:

- me livrei de uma âncora sentimental que, como o nome sugere, só me puxava pra baixo;

- equilibrei a minha situação financeira;

- retomei o processo de virar uma motorista mas não me parabenizem por isso porque eu não mereço (isso é assunto para um futuro post);

- programei uma viagem de Carnaval (eu nunca viajo no Carnaval, então, isso pra mim é incrível);

- decidi fazer um curso de teatro (estou enrolando pra fazer a matrícula mas amanhã eu resolvo isso);

- estou usando uma agenda!!!

e por fim, e o que deu nome a este post, voltei a praticar meu esporte preferido: a natação. Eu fiz uns 5 anos de natação quando era criança (dos 7 aos 12 anos, aproximadamente) mas parei porque enjoei. Não me sentia motivada em treinar, treinar e não competir. No ano passado ensaiei uma volta mas acabei desistindo novamente. Agora é pra valer, estou super motivada e melhorando a cada aula.

Deixei esse assunto pro final da lista porque eu queria fazer uma analogia besta entre mergulhar na piscina (o que, no meu caso, significa fazer uma atividade prazerosa) e mergulhar de cabeça nas coisas boas da vida. Acho que a gente sempre pode escolher entre ficar se lamentando e agir pra melhorar. Eu passei vários meses do ano passado me lamentando e foi uma droga. Na virada do ano eu decidi que esse seria diferente (lembram do post das páginas em branco?). Está sendo.



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Por Ivan

A vela é virtual mas as energias positivas são de verdade. Ivan, companheiro da querida e poderosa Beth, sofreu um transplante de fígado e está precisando de muita torcida, orações, todo tipo de boa vibração porque o pós-operatório está sendo bem complicado.

Beth, já escrevi isso no e-mail mas te parabenizo mais uma vez pela garra que você está tendo nesse momento tão difícil.

Veja aqui a lista dos blogs que estão participando dessa corrente de fé.


Atualização: vou deixar aqui a mensagem que a Beth colocou em seu blog hoje de manhã.

Prezados amigos,

Nosso querido Ivan voou para a luz, de onde todos nós viemos, hoje 13/02 às 06.30h.

A familia está triste, mas unida e em paz.

Estamos indo para Brasília, onde seu corpo será cremado.

Somos muito gratos pelo carinho e solidariedade de todos vocês.

Deus os abençõe.

Beth Salgueiro, filhos, noras e netas.

 

Ivan, descanse em paz. Beth e família, que Deus traga paz e conforto para os seus corações. Um forte abraço.



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Querido (e)leitor

Quando se começa a fazer um blog, o contato com outras pessoas que têm a mesma atividade é quase inevitável. De repente, seu pequeno "divã eletrônico", como diria meu irmão, acaba se tornando mais uma "ferramenta" para se fazer contatos, que podem ser aproveitados de diversas maneiras: fazer amigos, arranjar um emprego, se promover, vender algum produto ou serviço etc.

Eu criei o Gimme Some Truth em março do ano passado porque eu queria exercitar os neurônios em uma atividade diferente do meu trabalho (merchan básico: pra quem não sabe, eu sou designer gráfico). Em quase um ano, já mudei muitas vezes de foco: antes eu falava mais da minha vida e comentava notícias; agora escrevo com menos freqüência e costumo falar das coisas que eu gosto como cinema, literatura, música e esportes. Mas uma coisa não mudou: eu escrevo aqui porque eu gosto, porque me divirto, não tenho a menor intenção de ficar conhecida por minhas esporádicas resenhas culturais.

Mas voltando àquilo que eu disse lá no começo, conhecer pessoas por meio do blog é inevitável e isso acontece quando visitamos e comentamos os posts dos blogs alheios. Quando eu criei o Gimme, um dos primeiros blogs que eu passei a visitar com freqüência foi o Querido Leitor, da Rosana Hermann. Eu gostava da maneira como ela expunha as notícias do dia, sempre com humor e ironia. Deixando meus comentários por lá eu acabei conhecendo a maioria das pessoas que me visitam aqui e fiz novos amigos. Mas a medida em que fui visitando o famoso QL, minha visão passou a ser mais crítica em relação às opiniões e à postura vaidosa de sua escriba. Ok, um blog é, invariavelmente, um site pessoal logo, as opiniões expressas dizem respeito apenas a seu autor e os incomodados que se retirem. Mas e quando o blog tem uma audiência tão grande que seu autor passa a ser um formador de opinião? E quando um blog passa a ser a fonte principal de notícias de uma pessoa? Quando um simples blog passa a ser o principal entretenimento de um grupo de fanáticos? Na minha humilde opinião, quando isso acontece, seu autor deve ter sensibilidade o suficiente para tomar mais cuidado com o que escreve e não usar seus leitores como massa de manobra.

E por quê eu estou escrevendo tudo isso? Porque eu era uma "querida leitora" (nunca me senti como tal mas as minhas visitas e comentários no blog me davam automaticamente esse rótulo) e fiquei muito decepcionada nessa semana ao ver que a Rosana Hermann usou sua influência sobre seus fiéis seguidores para ganhar uma enquete boba. Alguns vão dizer: "e daí, o que você tem a ver com isso?". Nada. É como um programa de televisão que não te agrada: basta mudar de canal e o problema está resolvido. Só que, assim como a Rosana tem o direito de criticar Deus – ou melhor, D'us – e todo mundo, eu quis refletir sobre o quão ético é usar seus queridos leitores para se ganhar uma eleição. Eu queria entender qual é o gosto de se vencer uma disputa dessa forma. As pessoas estão dizendo lá que não é errado pedir votos e eu concordo. Não é errado um candidato fazer campanha desde que cada eleitor vote apenas uma vez em seu preferido que, se eleito, teoricamente irá recompensá-lo com benfeitorias. Mas usar da idolatria das pessoas para vencer uma disputa que tem como único objetivo satisfazer o próprio ego, vai me desculpar, mas isso além de ridículo não é nada ético. Eu não esperava isso de alguém que critica da tradutora do SBT ao político corrupto mas deveria esperar de alguém que não aceita críticas e que, se ficar sabendo dessa, provavelmente vai se defender atacando com a tal ironia que eu tanto apreciava.

Pra finalizar só vou explicar o que rolou pra quem não entendeu lhufas: o site Portal Imprensa criou uma enquete para premiar jornalistas de diversos segmentos. A Rosana Hermann estava indicada na categoria "blogueira", concorrendo com mais 4 candidatas. Ao saber da indicação, ela passou a pedir votos ostensivamente em seu blog, no blog do Pânico, no Orkut e sabe Deus mais onde. Ao perceber que estava perdendo a disputa para Fernanda Levy, do Parisiando, os pedidos passaram a virar súplicas e então a legião de queridos leitores, pra satisfazer seu ídolo, passou a divulgar uma maneira de se votar mais de uma vez por dia, distorcendo o resultado final. A eleição terminou hoje e Rosana Hermann venceu com 53% dos votos.



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Leve como uma pipa

Na terça-feira eu terminei de ler O Processo e decidi que o próximo livro seria mais light. Olhei pra minha estante e o que me pareceu mais fácil de ler foi O Caçador de Pipas, best-seller de Khaled Hosseini, um médico afegão que mora nos Estados Unidos há mais de 20 anos. Eu costumo ter preconceito de best-sellers mas como meu pai e minha irmã tinham lido e adorado eu resolvi tentar, mesmo sem saber do que se tratava a história.

Mal sabia eu que de light a história não tinha nada... Embora O Caçador de Pipas seja daqueles livros que a gente devora em poucos dias, o tema é muito pesado: na década de 70, em meio a uma confusão política que culmina com a invasão russa no Afeganistão, duas crianças de classes sociais diferentes vivem uma bela amizade. No inverno de 1975 porém, Amir, o menino rico que narra a história, trai o fiel Hassan, que era criado em sua casa. Esse fato marca toda a história, que acontece durante os 26 anos seguintes, quando o Talibã já domina o país.

Resultado: eu chorei do começo ao fim do livro. Mesmo agora, puxando na memória algumas cenas para escrever esse post, eu fico emocionada.

Essa foi uma das histórias mais lindas que eu já li sobre culpa e redenção sem falar que pude descobrir mais sobre a cultura de um país que a gente só viu sendo bombardeado na televisão e que agora está lá, esquecido como sempre. Pra quem quiser (e não tiver medo de) chorar, eu recomendo.

P.S.: A versão cinematográfica de O Caçador de Pipas será lançada no ano que vem. Eu duvido que eles consigam alcançar a riqueza de detalhes do livro. Há momentos em que se pode ver as cores, sentir os cheiros e os sabores, de tão bem descritos que são.

P.P.S.: Pra quem quiser saber um pouquinho mais sobre o Afeganistão.

Nota sobre design: A bela capa da edição brasileira foi feita por Victor Burton, um dos maiores – senão o maior – capistas do país e meu ídolo desde que eu comecei a trabalhar com isso.



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Não vi e já gostei

Amanhã estréia aqui em Sampa o comentadíssimo – e provável ganhador do Oscar de melhor filme – O Segredo de Brokeback Mountain.

Se tudo der certo, assistirei amanhã mesmo e depois atualizo esse post pra dizer o que achei. Pra quem não se sensibiliza muito com uma história de amor que não dá certo, vou dar um bom motivo para ver o filme:

Nada mal, hein Jake!


Atualização: já ganhou, já ganhou, já ganhou! Lindo filme (não tinha a menor dúvida de que eu escreveria isso). Vale dizer que a região de São Paulo onde eu trabalho é meio que um "reduto" gay – não que eu ache que devam existir redutos, o que nesse caso soa pra mim como gueto mas enfim, eles existem – e o cinema estava cheio de casais que puderam finalmente ver uma verdadeira história de amor entre dois homens. Não vi muitos filmes com essa temática mas os poucos que eu vi sempre descabavam pro lado do sexo. Brokeback Mountain não é assim. É um filme tão sensível que você esquece o porquê daquele ser um amor proibido. Nota 10 também pro Heath Ledger e pro Jake Gyllenhaal. Aceitar um papel desses pode até ser pra qualquer um, fazê-lo tão bem assim é que não.

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