Dica de vídeo da Marushia, e como disse ela, impossível não chorar vendo a reação de Saramago ao assistir a versão cinematográfica de Ensaio Sobre a Cegueira, que junto com A Insustentável Leveza do Ser, do Milan Kundera, e Metamorfose, do Kafka, são meus três livros prediletos. Não vejo a hora de assistir ao filme de Fernando Meirelles.
Aqui o comentário de Fernando Meirelles sobre esse momento emocionante.
Tive que apagar o último post "músicas que eu gostaria de cantar", com Rio, do Duran Duran porque por algum motivo ele estava desconfigurando o blog inteiro. Mas não desistirei! Esse post ainda existirá.
Meu blog anda às moscas e enquanto isso penso que, pelo menos pra mim, é muito mais fácil encontrar inspiração pra escrever quando estou na merda do que quando estou feliz – sendo assim, vocês podem concluir que eu estou feliz, aleluia. A única linha editorial que meu blog sempre teve foi a "verdade" e, sendo assim, mesmo que eu enrole com músicas ou falando de futilidades, um post só nasce se realmente tiver alguma relevância pra mim. Daria pra ficar horas e horas filosofando sobre o que é a verdade e se ela realmente existe e eu confesso que não tenho a menor paciência pra isso. Se cada um tem a sua verdade, entendam a minha como quiserem. O certo é que estou vivendo a verdade e, por mais que ela não seja tão doce, tão fantasiosa, tão simples, é só isso que eu quero. Meu coração já falou outras línguas e já esteve muito tempo preso em Neverland, mas agora tudo o que eu quero é ficar aqui e enfrentar os desafios da verdade.
Ontem assisti a um filme lindo, o musical irlandês Apenas uma vez. O filme me comoveu primeiro pelas músicas – belas e melancólicas até não poder mais – e depois porque a história, sem um final de propaganda de margarina, tem muita verdade. Façam como eu, não leiam a sinopse do filme, apenas o vejam (e ouçam).
Vale dizer que Falling Slowly (baixe aqui), da trilha do filme (baixe aqui), ganhou o Oscar de melhor canção original desse ano.